sexta-feira, 8 de julho de 2011

Resenha - Livro


     "O que é Indústria Cultural", de Teixeira Coelho, é um livro bem esclarecedor e intrigante, pois levanta questões e traz dados importantes sobre a comunicação no Brasil. Apesar de ter sido escrita originalmente em 1980 e atualizada nove anos depois, essa obra não se perdeu no tempo. O autor escreve de maneira clara, objetiva, tentando ao máximo se fazer entender pelo leitor. Uma pessoa leiga, que jamais ouviu falar no termo Indústria Cultural, após ler esse livro, sem dúvida sairá com uma ideia formulada e - até arriscaria acrescentar - crítica, pois além de jogar os conceitos e explicá-los, Teixeira Coelho insere exemplos da realidade brasileira de sua época - que, diga-se de passagem, não mudou muito.
     Esse livro traz um tema que realmente vale a pena refletir. O autor inicia com um panorama histórico, passa pelos diferentes conceitos de Cultura, suas funções na sociedade, cita autores importantes no campo da Comunicação - entre eles Roland Barthes e Umberto Eco -, traz dados estatísticos sobre os veículos de massa no Brasil e finaliza mostrando sua perspectiva diante da Indústria Cultural. Em algumas passagens, pode-se achar que o autor está sendo um pouco radical ou mesmo "ultrapassado", mas de qualquer forma, "O que é Indústria Cultural" é um livro que vale a pena ser lido, refletido e debatido. Boa leitura!

Já leu essa obra? Dá sua opinião, compartilha com a gente!

Por Priscila Xavier

terça-feira, 5 de julho de 2011

Se Liga! "Audiodescrição"

     Afinal, o que é Audiodescrição? O Ministério das Comunicações (MC) define esse recurso como "a narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão desta por pessoas com deficiência visual e intelectual."
     Em 2009, o MC abriu para consulta pública a portaria referente à Audiodescrição, para que a sociedade opinasse sobre possíveis mudanças, e esse recurso finalmente entrasse em vigor. No dia 20 de junho deste ano, o governo anunciou sua implementação em TV aberta. (Confira a matéria aqui.)
    A Rede Globo exibiu ontem (segunda-feira, 04/07/2011) o filme "O Quarteto Fantástico" na Tela Quente com o recurso já disponível. Infelizmente, só é possível conferir nas TVs com sinal digital. (Veja um trecho de como a adaptação é feita aqui.) Alguns vídeos disponíveis no Youtube sugerem que o SBT disponibilizará "Chaves" com Audiodescrição. É aguardar e conferir.
    
     Se você gostou do tema e quer saber mais, entre no site http://audiodescricao.com.br/ad/. Lá tem informações sobre o que é a Audiodescrição, como se faz, algumas entrevistas interessantes e diversos artigos relacionados. Se liga!

Por Priscila Xavier

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Nossas seleções...




As mulheres conseguem a cada dia melhorar sua situação no mercado de trabalho, sobretudo em atividades consideradas masculinas. Bem, não quero falar de trabalho, quero falar de diversão, e mais especificamente, de futebol.
As meninas da seleção brasileira deram um show ontem pra cima da Noruega, pela Copa do Mundo de Futebol Feminino, realizada na Alemanha. Os dois gols de Marta e o de Rosana foram a prova de que se está faltando investimento na categoria, está sobrando gana por parte das guerreiras brasileiras .
Já a milionária seleção masculina, de Neymar, Robinho, Pato, Ganso e todas as aves possíveis, mostrou nesse domingo, pela Copa América, diante da fraca Venezuela, um futebol apático ao empatar por 0 x 0 com tal time petrolífero. O Brasil tocava muito a bola, mas tabelas mal feitas e poucos chutes a gol não permitiram que o time abrisse o marcador.
Tais fatos estão aí para não só pra mostrar o futebol em si, há disputas mais amplas, há critérios mal definidos, em “outros campos”.

domingo, 3 de julho de 2011

É o que tem pra hoje!

Por Oliver


Domingo ensolarado... todo mundo se divertindo, com sua vida social nas alturas e você aí na frente do computador, sem vontade de sair ou até com vontade mas sem ter com quem sair. Você não é doente! O fato é que, hoje, é muito mais fácil encontrar os amigos na internet do que na rua, mas como seria sua vida sem internet? Já que você tá sem fazer nada e eu também, fui atrás de algo que pudesse me mostrar se seria possível viver desconectado. Eis o resultado...




Err.. é melhor eu continuar conectado no PC mesmo! E no Tá Ligado? também! Mas o que eu acho impressionante é como o Facebook conseguiu crescer no último ano e com certeza o filme A Rede Social é a principal culpada por isso. O Facebook já está dando tanta dor de cabeça ao Google, que já se fala em uma nova rede social que vai substituir o Orkut: Google+. Será que ainda temos saco pra mais uma rede? Enquanto isso, aproveita que você tá aí sem fazer nada e faz esse teste bem rápido que eu achei enquanto eu atendo meu celular... é rápido!


Pronto... voltei! Eu até poderia comentar um pouco mais sobre o teste que vc fez acima, mas uns colegas acabaram de me chamar pro cinema! Então comenta aí embaixo, curte no Facebook, RT no Twitter, compartilha... enfim! Ou simplesmente confira o trailer do novo filme de Jim Carrey: Os pinguins do papai. Fui! Vou curtir a minha vida social e já volto!



Frase da semana:

"Então levante a bunda daí e corra atrás do seu sonho, porque o carteiro não vai chegar dizendo: 'Aqui o sonho que você encomendou!' "

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Resenha - Livro


     "Gêneros Radiofônicos - os formatos e os programas em áudio", escrito por André Barbosa Filho é um livro que, pela introdução, parece trazer uma escrita pouco usual e abordar os assuntos de maneira muito "científica"; impressão essa logo desfeita. 
       O autor define sua obra como um "livro-escuta", pois espera que os leitores "viajem" como se estivessem na escuta de um programa. Dando início à leitura, André Barbosa Filho passa pelas Teorias da Comunicação, conta um pouco sobre a história do rádio no Brasil, defende inúmeras razões pelas quais esse veículo tornou-se um sucesso - de seu surgimento até hoje - e, por fim, trata dos gêneros radiofônicos, mas sem a intenção de restringir a partir dos conceitos; e sim mostrar a dinâmica contida em cada um deles.
      Além disso, o autor cita outras obras e autores muito interessantes para quem curte rádio, jornalismo e comunicação em geral, trazendo uma referência bibliográfica riquíssima. Mais um livro recomendado e bastante agradável para estudantes de comunicação.

Por Priscila Xavier

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